Retiro de meditação

terça-feira, 21 fevereiro , 2012 postado por webmaster

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Satyaprem – diário 17 de fevereiro 2012

sexta-feira, 17 fevereiro , 2012 postado por keli

Foto: Sítio Leela | Osório | RS

O meu convite é para que você suma no aqui e agora.
Apenas um vislumbre é necessário e você poderá notar que aquilo que você é, já está aqui e agora.
Olhe para aquilo que ressoa como Verdade em você e entregue-se.
A Verdade toma diversas formas para empurrá-lo em direção ao seu próprio amanhecer.
Um vislumbre de compreensão, e aquilo que é irreal se revela falso e some.
E não tente perpetuar tal “experiência” na sua mente, porque não há a menor possibilidade de você recordar-se do agora.
O agora não precisa ser lembrado, aquilo que você é, agora, não precisa ser lembrado.
A compreensão é como um relâmpago no aqui e agora, para sempre.
O único impedimento é que você acredita, crê, em tudo o que é irreal, improvável, como verdadeiro.
Não pense nem mais por um minuto e veja o que é que permanece.
Um mero insight desarticula toda a direção.
Você não está indo a lugar nenhum.
Fique aqui e agora, sempre.
Para onde você iria, se o aqui e agora é infinito?
Não está ontem nem será amanhã.
Apenas aqui e agora você pode olhar e ver quem você é.

Satyaprem

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Ramana Maharsh ( via Sadik)

terça-feira, 14 fevereiro , 2012 postado por keli

Liberation
is our nature. It is another name for us. Our wanting Liberation is a very
funny thing. It is like a man who is in the shade, voluntarily leaving the
shade, going into the sun, feeling the severity of the heat there, making great
efforts to get back into the shade and then rejoicing, `How sweet is the shade!
I have reached the shade at last!’ We are all doing exactly the same. We are
not different from the reality. We imagine we are different, that is we create
the bheda bhava [the feeling of difference] and then undergo great sadhana
[spiritual practices] to get rid of the bheda bhava and realize the oneness.
Why imagine or create bheda bhava and then destroy it?

 

 

 

Ramana
Maharshi
Libertação é nossa natureza. É outro
nome para nós. Nosso “querer” libertação  é uma coisa muito engraçada. É como um
homem que está na sombra, deixando voluntariamente a sombra, indo para o sol,
sentindo a gravidade do calor lá,  fazer grandes esforços para voltar à sombra
e, em seguida, alegria, ” Quão doce é a sombra!  Finalmente cheguei à sombra!’
Estamos todos fazendo o mesmo. Nós não somos diferentes da realidade.
Imaginamos que somos diferentes, isto é , criamos o  bheda bhava [o sentimento de
diferença] e, em seguida, passamos por grande sadhana [práticas espirituais] para
nos livrarmos de  bheda bhava e perceber ( realizar) a unicidade. Por que imaginar ou criar
bheda bhava e, em seguida, destruí-lo?
 Ramana Maharshi

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Campo de Meditação – domingo de carnaval 2012

segunda-feira, 13 fevereiro , 2012 postado por webmaster

Campo de meditação Carnaval 2012

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Lao Tsu – via Premodaya

segunda-feira, 6 fevereiro , 2012 postado por keli

Be Content with what you have;
rejoice in the way things are.
When you realize …there is nothing lacking,
the whole world belongs to you.
Fique Contente com o que você tem;
Alegre-se com o  jeito como as coisas são.
Quando você percebe…não há nada faltando,
o mundo todo pertence a você.
-Lao Tzu

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Eckart Tolle – Satsang

sexta-feira, 3 fevereiro , 2012 postado por keli

Satsang com Eckhart Tolle

 

Krishnamurti uma vez disse num discurso:

“- Vocês querem saber meu segredo? ”

E claro que todos queriam saber… o seguiam  há trinta anos…

E disse:

“ Este é meu segredo : ”

“ Não me preocupa o que ocorre”.

 

Eu não sei quantas pessoas entenderam isto.

É surpreendente…claro todos entendemos o que significa
agora:

“ não me preocupa o que ocorre”.

Não sou o que ocorre e nem  busco a mim mesmo no que ocorre.

Não sou o que ocorre
e nem me busco no que ocorre.

 

Eu sou o espaço onde ocorre…

Não sou o que ocorre.

Sou presença, sou consciência.

Sou vida…

temporariamente aparecendo como forma de vida

Então,  a dança das
formas de vida é na verdade

muito bonita quando você já não se importa mais

com aquilo que ocorre,

porque você abraça , aceita, o que acontece, o que ocorre,

porque o que acontece é o momento presente…

e ele não é sério.

Obrigado.

Eckhart Tolle

 

 

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Osho ( via Sadik )

quarta-feira, 1 fevereiro , 2012 postado por keli

Você não pode dar algo que não tem, só pode dar aquilo que já tem. Se a rosa
interior não se abre, todo seu amor nada mais é que palavras. Se a rosa
interior se abre, não há necessidade de dizer coisa alguma, nenhuma palavra é
necessária. A fragrância em si basta para transmitir a mensagem.

Não importa o lugar em que você esteja ou a pessoa que lhe faça companhia, o
amor irradia, pulsa, torna-se uma dança constante de energia ao redor. Mas,
primeiro, a rosa do coração tem de se abrir — e ela só pode se abrir se você
suprir a necessidade básica, que é a bem-aventurança. É a partir da
bem-aventurança que as rosas, as rosas do coração, crescem. E é das rosas que
sai a fragrância do amor.

As pessoas amam por desespero. Essa é a coisa mais impossível, não pode
acontecer pela própria natureza da existência, não é possível.

As pessoas amam porque estão tristes. Elas procuram o outro porque estão
solitárias, e o amor só é possível quando você é feliz. O amor só é possível
quando você não se sente sozinho, e sim quando está sozinho; quando você não
está chateado consigo mesmo, mas encantado, extasiado consigo.

A meditação ajuda você a ser bem-aventurado…
E esta é a corrente: a meditação o deixa bem-aventurado,
a bem-aventurança ajuda a rosa do coração a se abrir,
e o amor então vem naturalmente, assim como a fragrância vem da rosa.

(Osho, em “Meditações Para o Dia”)

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