Satsang com Satyaprem nesta terça

domingo, 28 abril , 2013 postado por webmaster

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Vipassana nesta segunda feira

sexta-feira, 26 abril , 2013 postado por webmaster

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Massagem Ayurvédica Yoga com Madhuri em Abril

quarta-feira, 17 abril , 2013 postado por webmaster

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Satyaprem em São Paulo nesta Quinta

quinta-feira, 11 abril , 2013 postado por webmaster

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Satyaprem no Riema Classic Flat dias 11,12,13 e 14 de abril em São Paulo

terça-feira, 9 abril , 2013 postado por webmaster

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Se você quiser ver; veja de uma vez – trecho de livro de Osho

segunda-feira, 1 abril , 2013 postado por webmaster

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Soshin baixou a cabeça por um momento, ponderando sobre as confusas palavras do Mestre.
O Mestre disse: “Se você quiser ver veja de uma vez. Quando você começa a pensar você perde o ponto”.

Essas palavras são tremendamente significativas:
“Se você quiser ver; veja de uma vez. Quando você começa a pensar, você perde o ponto”.
 
PORQUE PENSAR É SOMENTE UMA MANEIRA DE PERDER o ponto. Quando você ouve a verdade, veja-a imediatamente. Não diga: “Eu vou pensar sobre isto”. Não tome notas dizendo: “Em casa eu irei pensar a respeito”, você está perdendo todo o ponto! A verdade é imediata e você a está adiando ao pensar. E o que você pode pensar sobre a verdade? O que quer que você pense será errado. Verdade é verdade e inverdade é inverdade. Você não pode tornar uma inverdade em uma verdade por pensar durante anos, e você não pode tornar uma verdade em uma inverdade por pensar durante anos. Nada pode ser feito quanto a isto, seu pensamento é absolutamente irrelevante. Veja-a. Ver é relevante, pensar não ê relevante.
É por isto que no Oriente nós não temos nenhuma palavra para traduzir o termo “filosofia”. Nós temos uma palavra, darshan, que é ordinariamente usada como uma tradução para filosofia, mas não é certo fazer isto. Darshan significa ver, e filosofia significa pensar – e existe uma grande diferença, uma vasta diferença, entre os dois. Que diferença maior pode haver entre duas coisas – entre ver e pensar?
Darshan simplesmente significa ver. Não é pensar, é consciência. Silenciosamente alerta você se senta ao lado do Mestre. Ele diz alguma coisa – ou mostra alguma coisa preferivelmente – e você a vê! Se você estiver silencioso e consciente você fatalmente a verá, você não pode perdê-la. Se você agarrar-se à sua cabeça e começar a pensar, você se esqueceu do Mestre; você está perdido nas suas próprias palavras. Você esta traduzindo o mestre para suas próprias palavras – e você não pode traduzir aquelas alturas, aquelas profundidades. E o que quer que você traduza será algo completamente diferente daquilo que o Mestre disse.

Três franceses, enquanto praticavam seu inglês, comentaram sobre a mulher de um amigo que não tinha filhos.
“Ela é insuportável”, disse um deles.
“Não, essa é a palavra errada. Ela ê inconcebível.”
“Não, não, vocês estão ambos errados”, disse o terceiro. “O que você quer dizer ê que ela ê inconquistável.

Agora, você pode continuar pensando… Quando o Mestre fala, ele fala das alturas da consciência – e você escuta da escuridão do seu vale. Não traduza e não tente entender o que ele está dizendo. Simplesmente ouça.
Outro dia alguém perguntou: “Ouvindo você inquestionavelmente, aceitando-o, não é uma maneira de ser condicionado por você?”
Ouvindo silenciosamente não significa que você esteja concordando comigo. Não é uma questão de concordar ou discordar.
Ouvindo silenciosamente não quer dizer que você está me aceitando ou me rejeitando. Se você estiver aceitando você não está silencioso; a atividade está lá – a atividade de aceitar. Se você estiver concordando comigo isto significa que você já está me traduzindo. Se você estiver me rejeitando, isto é atividade negativa; se você me aceitar isto é atividade positiva. E ser silencioso simplesmente significa nenhuma atividade.
Você está simplesmente aqui… simplesmente estando aqui, apenas disponível, não há questão em concordar ou discordar.
E a beleza da verdade é que no momento que você ouve a verdade, alguma coisa dentro de você responde, diz sim. Não ê um acordo da mente, lembre-se; vem da sua totalidade. Cada fibra do seu ser, cada célula do seu corpo aprova em tremenda alegria: “Sim!” Não é que você diga sim – não é dito, não é verbalizado de modo algum. Está silenciosamente lá. E quando você ouve alguma inverdade, da mesma maneira há um não; seu ser todo diz “não!”. Isto também não é mental.
Essa é uma abordagem totalmente diferente. O Ocidente não foi capaz de desenvolvê-la ainda, o Oriente já desenvolveu. Por séculos nós temos trabalhado neste método sutil, polindo-o, polindo-o. Ele se tornou um espelho.
O oriente sabe como simplesmente se sentar em silêncio, sem concordar ou discordar, porque nós descobrimos uma coisa fundamental: que a verdade já está dentro de você. Se você ouvir a verdade do lado de fora, a tua verdade será acordada, ela será provocada. Subitamente você dirá: “Sim!” – como se você já a tivesse conhecido. É um reconhecimento, uma relembrança. Você está simplesmente sendo relembrado pelo Mestre sobre aquilo que você tinha esquecido. Não é uma questão de concordar ou discordar.
Eu não estou interessado em criar crenças em você nem lhe dar qualquer tipo de ideologia. Meu esforço todo aqui é – como tem sido o de todos os Budas desde os princípios do tempo – provocar a verdade em você. Eu sei que ela já está aí; ela somente precisa de uma sincronia. Ela somente precisa de algo para dar origem ao processo de reconhecimento em você.
O Mestre fala, não para lhe dar a verdade, mas para lhe ajudar a reconhecer a verdade que já está dentro de você. O Mestre é somente um espelho. Você vê sua própria face original em profundo silêncio, sentando ao seu lado.

O Mestre disse: “Se você quiser vez veja de uma vez. Quando você
começa a pensar; você perde o ponto”.

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