Osho Meditation Celebration

quinta-feira, 19 setembro , 2013 postado por webmaster

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AQUELE QUE SAIU – Rumi

domingo, 15 setembro , 2013 postado por webmaster

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Traga de volta aquele que saiu.
Seduza-o com música
ou outra desculpa irresistível.

 

Se ele disser, eu estarei aí em um momento,
isto é parte de seu encantamento,
sua arte pode amarrar fios de água em nós
e fazer tecidos do vento.

 

Não aceite aqueles.
Traga a presença.

 

Sente-se no centro dela, e viva dentro

 

do que está além da beleza física,
além da extravagância do sol
ou da formosura dos seres humanos.

 

O Iêmen tem os mais requintados rubis,
mas aquele que eu quero ver
entrando pela porta
é aquele que vive aqui.

 

Rumi

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Preciso tomar uma decisão – Byron Katie

quarta-feira, 4 setembro , 2013 postado por webmaster

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Quando você se torna um amante da realidade, não precisa mais tomar decisões. Na minha vida, simplesmente espero e observo. Sei que a decisão será tomada no momento adequado, portanto, não me preocupo com o quando, onde e como. Gosto de dizer que sou uma mulher sem futuro. Quando não há nenhuma decisão a tomar, não há um futuro planejado. Todas as minhas decisões são tomadas para mim, da mesma forma que todas são tomadas para você. Quando, mentalmente, você se conta a história de que tem alguma coisa a ver com determinado assunto, você está se apegando a uma crença subjacente.

 

Durante 43 anos eu me submeti às minhas histórias sobre o futuro, submetia-me à minha insanidade. Depois de voltar da clinica com uma nova compreensão da realidade, muitas vezes eu voltava de uma longa viagem e encontrava a casa cheia de roupa suja, pilhas de correspondência em minha mesa, uma crosta de sujeira no prato do cachorro, os banheiros uma bagunça, e a pia com um monte de pratos para lavar. Na primeira vez que isso aconteceu, ouvi uma voz que dizia: “Lave a louça”. Parecia estar vindo do arbusto em fogo, e a voz do arbusto dizia: “Lave a louça”. Não parecia uma voz muito espiritual a meus ouvidos, mas apenas segui suas ordens. Fiquei de pé na pia e ia lavando o prato seguinte, ou sentava com o monte de contas e pagava a que estava em cima. Uma de cada vez. Nada mais era necessário. No fim do dia, tudo tinha sido feito e eu não precisei entender quem ou o quê havia feito tudo.

 

Quando surge um pensamento como “Lave a louça”, e você não a lava, note como uma guerra interna é deflagrada. O diálogo é mais ou menos assim: “Lavo mais tarde. Já devia ter lavado a esta altura. Minha companheira de quarto devia ter lavado. Não era minha vez. Não é justo. As pessoas vão pensar mal de mim se eu não fizer isso logo”. O estresse e o cansaço que você sente são na verdade fadiga mental por esse combate.
O que eu chamo de “lavar a louça” é a prática de amar a tarefa à sua frente. Sua voz interna a guia o dia inteiro, para que faça coisas simples como escovar os dentes, dirigir até o trabalho, ligar para uma amiga ou lavar a louça. Embora possa ser apenas uma outra história, é uma história breve, e quando você segue a orientação da voz, a história termina. Estamos realmente vivos quando vivemos assim, tão simplesmente — abertos, esperando, confiando e amando fazer aquilo que aparece diante de nós no presente.

 

O que precisamos fazer se desdobra diante de nós, sempre — lavar a louça, pagar contas, apanhar as meias das crianças do chão, escovar os dentes. Nunca recebemos mais do que podemos manipular, e há sempre apenas uma coisa a fazer. A vida nunca fica mais complicada do que isso.

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Nesta terça na Vila Madalena – Osho Meditation São Paulo

terça-feira, 3 setembro , 2013 postado por webmaster

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