Beloved Master

quarta-feira, 11 dezembro , 2013 postado por webmaster

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Trecho do livro de Osho “O Caminho do Amor”

domingo, 6 janeiro , 2013 postado por webmaster

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“ Eu cruzei com uma estória Zen muito linda. Escute atentamente; é a sua estória.

Atrás de um templo, havia um campo onde muitas abóboras estavam amadurecendo. Um dia uma delas começou uma briga. Agora, você sabe, abóboras são abóboras…uma grande briga. As abóboras dividiram-se em dois grupos e fizeram uma grande algazarra gritando umas com as outras. E, é claro, elas viviam num templo, estavam crescendo num templo, então os dois grupos devem ter sidos religiosos: cristãos e judeus, budistas e jainas, hindus e maometanos – alguma coisa assim.

Surgiu um grande debate teológico. O sacerdote ouviu o tumulto. Ele gritou e ralhou com elas dizendo, “ Ei abóboras! Que ideia de brigar entre vocês mesmas! E num templo Zen?! Todas para Zazen! Sentadas, silenciosas sem fazer nada!”

O sacerdote as ensinou como fazer zazen: “ Dobrem suas pernas desta maneira; Sentem e endireitem suas costas e seus pescoços.”

Enquanto as abóboras estavam sentadas em zazen, a raiva delas diminui e elas se acalmaram. Então o sacerdote falou, “ Todas ponham as mãos no topo de suas cabeças.”

Quando as abóboras sentiram o topo de suas próprias cabeças com as mãos, encontraram Uma coisa estranha nelas. Viria a ser o galho que as conectava, todas juntas.

Elas começaram a rir. Disseram, “ Isto é realmente ridículo!. Nós somos um, e estivemos brigando desnecessariamente.”

Sentando em zazen, descobre-se que o universo é um.

Sentando silenciosamente, descobre-se que não existe conflito em lugar algum, que o inimigo não existe; que o inimigo é apenas nossa própria ilusão, criada por nós; aquela tensão, ambição, luta, é apenas um jogo da mente. Não há ninguém para se lutar contra; o todo é um.”

Osho

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In Love

terça-feira, 11 dezembro , 2012 postado por webmaster

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Encontro com escultor de areia – Lindo texto de Osho

quinta-feira, 29 novembro , 2012 postado por webmaster

Osho

 

Vocês nada conhecem sobre as milhares de pessoas iluminadas que viveram e morreram, porque elas não tinham talentos especiais, de modo que esses talentos fossem visíveis ao homem comum. Talvez elas possuíssem algo único; por exemplo, talvez uma qualidade de estar em silêncio, porém essa qualidade não seria muito notada.

 

Conheci um homem iluminado que morava em Bombaim quando eu lá estive, e seu único talento era construir belas estátuas de areia. Eu nunca tinha visto estátuas tão bonitas. Ele passava o dia inteiro na praia esculpindo suas estátuas e milhares de pessoas assistiam maravilhadas. Elas já tinham visto estátuas de Buda Gautama, de Krishna, de Mahavira, mas não havia comparação. E ele não trabalhava em mármore, apenas com areia da praia. As pessoas jogavam notas de rúpias, mas ele nem se incomodava. Eu vi outras pessoas pegando as notas, mas ele também não se importava com isso. Ele estava tão absorto em esculpir suas estátuas! Mas aquelas estátuas não duravam. Vinha uma onda e o Buda desaparecia.

 

Antes de sua iluminação, ele ganhava a vida dessa maneira, mudando-se de uma cidade para outra e fazendo estátuas de areia. Elas eram tão bonitas que era impossível as pessoas ficarem sem oferecer algo para ele. Assim, ele ganhava bastante, o suficiente para uma pessoa.

 

Mas ele se iluminou – e continuou com um único talento, fazer estátuas de areia. É claro que ele continuaria fazendo estátuas de areia que apontavam para a iluminação, mas era a única oferenda que ele podia fazer. A existência usaria essa manifestação. Suas estátuas estavam mais meditativas. Só de sentar ao lado de suas estátuas vocês já sentiam que ele tinha dado uma proporção à estátua, uma certa forma e uma certa face que acabavam por criar algo dentro de vocês.

 

Eu lhe perguntei: “Por que você continua a esculpir Buda Gautama e Mahavira? Este país não é budista e os jainistas são muito poucos. Você poderia ganhar mais esculpindo Rama ou Krishna.”

 

Mas ele respondeu: “Eles não servem ao meu propósito; não apontam para a Lua. Eles dão belas estátuas – eu fiz todas estas estátuas antes – mas agora só consigo fazer a estátua que representa um ensinamento, mesmo que seja invisível para milhões de pessoas, para quase todas elas”.

 

Na época que eu me mudei permanentemente para Bombaim, ele já havia morrido, mas antes disso, toda vez que eu ia para essa cidade, costumava visitá-lo. Nesse tempo ele trabalhava na praia de Juhu. A praia ficava silenciosa o dia inteiro; as pessoas só começavam a chegar ao entardecer, e a essa hora a estátua já estava pronta. Sem ser incomodado, o dia inteiro.

 

Eu lhe disse: “Você sabe fazer estátuas, por que não trabalha em mármore? Elas vão durar para sempre.”

 

Ele respondeu: “Nada é permanente” – essa é uma citação de Buda – “e essas estátuas representam melhor Buda Gautama do que qualquer estátua de mármore. Uma estátua de mármore possui uma certa permanência, enquanto estas estátuas são momentâneas: basta um vento forte para elas sumirem; basta uma onda do oceano para elas desaparecerem. Uma criança chega correndo, tropeça na estátua e ela desaparece.”

 

Eu disse: “Você não se sente mal ao pensar que trabalha um dia inteiro numa estátua e, justo quando ela está quase completa, acontece alguma coisa e aquele dia inteiro de trabalho é perdido?”

 

Ele respondeu: “Não. Toda a existência é momentânea; a frustação não existe. Eu gosto de fazer a estátua e, se uma onda gosta de desfazê-la, então nós dois ficamos satisfeitos! Eu gosto de fazer, a onda gosta de desfazer. Assim, na existência, há uma quantidade dupla de satisfação – por que eu ficaria frustrado? A onda tem tanto poder sobre a areia quanto eu; talvez tenha até mais.”

 

Enquanto conversávamos, ele disse: “ O senhor é um pouco fora do comum porque ninguém conversa comigo. As pessoas somente jogam rúpias. Elas gostam das estátuas, mas ninguém gosta de mim. Quando o senhor chega, eu me sinto tão contente porque há alguém que gosta de mim, alguém que não está interessado só na estátua, mas também no seu significado interior, no por que eu a faço. Eu não sei fazer outra coisa. Durante toda a minha vida fiz estátuas; essa é a única arte que eu conheço. Só que agora eu me rendi à existência; agora a existência pode me usar.”

 

Essas pessoas continuarão desconhecidas. Um dançarino talvez seja um buda, um cantor talvez seja um buda, mas eles não serão reconhecidos como budas pela simples razão de que sua maneira de fazer as coisas não se torna um ensinamento. Não conseguem ajudar de fato as pessoas a sair de seu sono. Mas eles estão dando o melhor de si; tudo aquilo que podem fazer, eles estão fazendo.

 

As poucas pessoas que se tornam mestres são aquelas que adquiriram, em suas muitas vidas, uma certa articulação, uma certa percepção das palavras, da linguagem, do som das palavras, da simetria e da poesia da linguagem. Isso é uma coisa totalmente diferente. Não é uma questão de linguística ou de gramática; é mais uma questão de encontrar uma música extraordinária na linguagem comum, de criar uma qualidade de alta poesia na prosa comum. Eles sabem jogar com as palavras de modo que vocês possam ser ajudados a ir além das palavras.

 

Não é que eles tenham escolhido ser mestres e não é que a existência os tenha escolhido para ser mestres. É apenas uma coincidência: antes da iluminação eles eram ótimos professores e se tornaram mestres por causa da iluminação. Agora eles podem transformar seu ensino em maestria – e, com certeza, essa é a parte mais difícil.

 

Aqueles que permanecem em silêncio e desaparecem pacificamente, sem ninguém os conhecer, percorrem um caminho fácil; mas um homem como eu não pode ter um caminho fácil. Não foi fácil quando eu era professor – como pode ser fácil agora que sou um mestre? Tem que ser mesmo difícil.

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O pão nosso de cada dia

sexta-feira, 21 setembro , 2012 postado por webmaster

A energia de Deus que jorra sobre você é o que Jesus chama de “ o pão nosso de cada dia.”

 

Aconteceu….uma parábola sufi…

Um homem foi ao rio bem cedo pela manhã, para uma caminhada,

e tropeçou numa mala. Abriu-a; estava cheia de pedras. Sentando-se na margem do rio,

começou,  por brincadeira, a jogar as pedras na água. Gostava do borrifo delas.

Aos poucos, o dia foi clareando, e o sol nasceu. A última pedra, ele deixou. Olhou para ela,

pois agora havia luz suficiente, e começou a bater no peito, chorando e berrando. Algumas pessoas

se aproximaram e perguntaram:

– O que aconteceu?

Ele disse:

– Isto é um diamante, e joguei milhares fora. Por uma hora fiquei jogando-os, sem saber o que eram. Pensei que fossem apenas pedras, e só sobrou uma.

 

Mas digo que ele teve sorte.- pelo menos, tornou-se consciente quando sobrou o último diamante. Milhões de pessoas não têm consciência nem no último estágio; simplesmente continuam jogando fora…Vivem e morrem. E jamais descobrem o pão de cada dia, o diamante que chega até elas todos os dias.”

Osho  –   A flauta nos lábios de Deus

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O sabor do Tao na ponta da língua – Osho

quinta-feira, 21 junho , 2012 postado por webmaster

Osho Meditando

 

Uma vez que você saiba como relaxar, pela primeira vez a vida começará a acontecer. Desnecessariamente estamos nos empenhando em atingir
algo; na verdade, o próprio esforço para atingi-lo é a barreira.
A vida acontece – não pode ser atingida. Quanto mais você se empenha em atingi-la, menos a tem. Você não precisa ir a ela; ela vem por si mesma. Tudo o que é necessário é um estado de total receptividade, de abertura.
Você precisa ser um anfitrião da vida. A vida não precisa ser perseguida. Na perseguição está a infelicidade; quanto mais você a persegue, mais distante
ela fica.
E a vida contém tudo. Ela contém Deus, a bem-aventurança, a bênção, a beleza, o bem, a verdade, o que quer que você queira – ela contém tudo;
nada mais existe a não ser a vida. Vida é o nome da totalidade da existência.

Você precisa aprender a ser pacientemente relaxado, e o milagre dos milagres acontece: um dia, quando você estiver realmente relaxado, algo
repentinamente muda; uma cortina desaparece e você percebe as coisas como elas são. Se seus olhos estiverem muito cheios de desejos, de expectativas,
de ambições, eles não poderão perceber a realidade. Os olhos estão encobertos com a poeira dos desejos. Toda busca é fútil, é um subproduto da mente. Estar em um estado de não-busca é o grande momento de transformação.

 

Osho, The Tong-Tip Taste of Tao, # 15

 

Gratidão a Safi pela maravilhosa foto de Osho

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Aniversário de Iluminação de Osho

quarta-feira, 21 março , 2012 postado por webmaster

Que dia?
AGORA!!!!!!!
There is only love!
In gratitude,
Keli

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Sobre o sannyas

sexta-feira, 20 janeiro , 2012 postado por webmaster

Não sou parte de nenhum movimento
O que eu estou fazendo é algo eterno
Vem acontecendo desde que o primeiro ser humano apareceu sobre a terra
E continuará até o último
Este não é um movimento, mas o próprio âmago da evolução do ser humano
A busca pela verdade não é nova e nem velha
A busca pelo seu próprio ser nada tem a ver com o tempo
Eu posso ir embora e o que estou fazendo continuará
Ninguém é fundador ou líder disso
Este é um fenômeno tão vasto…
Que muitos iluminados apareceram, ajudaram e desapareceram,
Mas a ajuda deles deixou a humanidade um pouco mais elevada
Mais humana e melhor
Eles deixaram o mundo um pouco mais belo do que quando o encontraram

Osho

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Não crie problemas…

quinta-feira, 12 janeiro , 2012 postado por webmaster

“Não crie problemas desnecessários para você. E o entendimento descerá sobre você se você observar como você torna um problema cada vez maior, como você o engendra, e como você ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Assim de repente, você está no topo da sua miséria e você está necessitando da simpatia do mundo inteiro.
O ego precisa de problemas. Se você compreender isso, na própria compreensão as montanhas viram montículos novamente, e então os montículos também desaparecem. Subitamente há vacuidade, pura vacuidade por toda parte. Isso é tudo o que a iluminação é – um profundo entendimento de que problemas não existem. Assim, sem nenhum problema para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente você começa a viver. Você irá comer, irá dormir, irá amar, irá bater papo, irá cantar, irá dançar. O que tem mais para fazer? Você se tornou um deus, você começou a viver!

Se as pessoas pudessem dançar um pouco mais, cantar um pouco mais, serem um pouco mais malucas, a energia delas estaria fluindo mais, e os problemas delas irão desaparecer aos poucos. Daí eu insistir tanto na dança. Dance até o orgasmo; deixe que toda a energia se torne dança e subitamente, você verá que você não tem nenhuma cabeça. A energia presa na cabeça se move ao redor, criando belos padrões, pinturas, movimentos. E quando você dança chega um momento que o seu corpo não é mais uma coisa rígida, se torna flexível, fluido. Quando você dança chega um momento quando sua fronteira não está mais tão clara; você se funde e se dissolve com o cosmos, as fronteiras ficam misturadas. Assim você não cria qualquer problema.

Viva, dance, coma, durma, faça as coisas tão totalmente quanto possível. E lembre-se sempre: quando você flagrar a si mesmo criando algum problema, dê o fora dele, imediatamente.” Osho, Extraído de: Ancient Music in the Pines
Carinho de Sadik!

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Encontro de Meditação – 16 de julho – Sábado

terça-feira, 12 julho , 2011 postado por keli

Mais informações clicar flyer abaixo.

Inscrições e informações com Keli
amritakeli@uol.com.br
(11) 7296 0999
(11) 3826 4147

Osho Meditation São Paulo
convida
Encontro de Meditação

Dia 16 de julho de 2011

Compartilhar as deliciosas Meditações de Osho é o nosso convite para a tarde deste sábado! E celebrar este forte Campo de Energia de Buda, com amigos, na Presença.

Um lindo vídeo de Osho, chazinho e aquele bolo de chocolate!!
Bolo de aniversário da Keli! Em eterna gratidão! E eterno amor!
Namastê!

http://www.facebook.com/oshomeditationsaopaulo

categorias Encontro de Meditação, Heart Chakra, Keli, Kundalini, Osho, Vila Madalena | No Comments »

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