Satyaprem ( diário 7/7/2011 )

sexta-feira, 8 julho , 2011 postado por keli

Brasil, 07/07/2011

Quando falamos em limites ficamos presos às coisas delimitadas.
O limite do ilimitado se chama plenitude.
O ilimitado do ilimitado é chamado de vazio.
O Tao é a ponte entre ambos, mas não é – em si – nem plenitude, nem vazio.
O Tao produz tanto a renovação quanto o desgaste.
Mas a maioria das pessoas entaladas no cartesianismo só querem o Tao como renovação, e não como desgaste.
Isso é impróprio, irreal.
O Tao não é nem a renovação, nem o desgaste.
Embora a renovação e o desgaste apareçam nele.
O Tao produz o Ser e o não-ser, mas não é nem um, nem outro.
O Tao congrega e destrói, mas não é nem a totalidade, nem o vácuo.
Tem pessoas que dizem: “Se a Consciência é tudo, então esse corpo também é Consciência”.
E eu digo: sim, é, mas não é.
Eu não entendo Chuang Tsu.
Chuang Tsu sou eu.
Isso é Tao.

Satyaprem
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